Rothenburg, Ruínas de castelo em Kyffhäuserland, Alemanha.
Rothenburg é um castelo em ruínas sobre um esporão íngreme na borda noroeste das montanhas Kyffhäuser, a 350 m de altitude, no município de Steinthaleben. O núcleo oval era separado da crista por uma muralha e um fosso e protegido por uma torre de menagem circular com cerca de 12 m de diâmetro, paredes de quase 3 m de espessura e 12 m de altura restante. A leste da torre, um caminho de porta com ponte levadiça atravessava o edifício principal, a Grafenhaus de 20 × 9,5 m, até o pátio; ao norte ficam as ruínas da capela. O arenito vermelho, provável origem do nome, foi o principal material de construção.
A fortaleza foi documentada pela primeira vez em 1103 e serviu como um importante baluarte sob o domínio dos Condes de Beichlingen. O Imperador Otão IV a danificou gravemente em 1212 durante o conflito entre as famílias Staufer e Welfen.
O nome Rothenburg refere-se à cor avermelhada da pedra visível dos pontos elevados. O arranjo e a posição da fortaleza refletem como os senhores medievais escolhiam locais defensáveis para controlar o território.
A ruína está fechada desde 2010 para obras de restauro e o recinto do castelo já não pode ser visitado. A trilha de caminhada que antes atravessava o sítio foi desviada, pelo que os caminhantes passam agora diante da Rothenburg, do lado de fora das muralhas. O local ocupa um esporão íngreme a 350 m, na borda noroeste da serra do Kyffhäuser, acima de Steinthaleben.
Por volta de 1300, o famoso minnesänger Christian von Luppin hospedou-se na Rothenburg, então nas mãos dos condes de Beichlingen, cuja linhagem tomou o nome do castelo. No século XV, durante obras de restauro, a capela em ruínas revelou a enigmática figura do Püstrich von Sondershausen, que passou ao gabinete principesco de história natural e curiosidades dos Schwarzburg em Sondershausen.
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