Paula Modersohn-Becker Museum, Museu de arte em Mitte, Bremen, Alemanha
O Museu Paula Modersohn-Becker ocupa um edifício expressionista de tijolo na Böttcherstraße, projetado por Bernhard Hoetger e inaugurado em 1927. A fachada castanho-avermelhada combina paredes retas com uma torre de canto arredondada rematada por uma cúpula escura; três painéis verticais de vidro azul situam-se sobre uma pequena cabeça esculpida, e um relevo em forma de escudo ladeado por duas figuras animais está embutido na alvenaria superior. No interior, a coleção apresenta obras-chave de todas as fases de Paula Modersohn-Becker, desde os anos de formação em Berlim até às pinturas parisienses de 1906-07.
Ludwig Roselius, inventor do café descafeinado, encarregou Bernhard Hoetger em 1924 de remodelar a Böttcherstraße; o museu abriu em 2 de junho de 1927, dia em que Roselius completava 53 anos, como Paula-Becker-Modersohn-Haus. Em 1936 Hitler denunciou no congresso de Nuremberga o estilo expressionista da rua e a coleção passou a privada, visitável apenas a pedido. Monumento protegido desde 1973, o edifício foi restaurado e ampliado até 1994.
O edifício abriu em 1927 como Paula-Becker-Modersohn-Haus, colocando primeiro o nome de solteira da artista. Uma placa na entrada da Böttcherstraße trazia um verso que louvava a sua obra; sob os nazistas a palavra «wenn» foi trocada por «bis» para que não se dissesse que a sua arte sobrevivia aos feitos heroicos dos homens. O texto original foi restaurado.
O museu ocupa a Paula-Becker-Modersohn-Haus na Böttcherstraße, uma viela estreita do bairro Mitte de Bremen que liga o Marktplatz ao Weser. O edifício foi ampliado e renovado até 1994, e as salas desenhadas por Hoetger recebem hoje exposições temporárias de arte moderna clássica ao lado da coleção permanente. A escadaria abriga a homenagem eletrônica de Jenny Holzer à pintora, instalada em 2005.
O museu abriu a 2 de junho de 1927, dia em que Roselius completava 53 anos, juntamente com a Böttcherstraße reconstruída. Roselius chamou-lhe Paula-Becker-Modersohn-Haus, colocando à frente o apelido de solteira da artista. Em 1936 os nazis classificaram a rua como «arte degenerada»; manteve-se como exemplo de decadência e Roselius investiu na Focke-Wulf.
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