Baiheliang Underwater Museum, Museu arqueológico subaquático no distrito de Fuling, Chongqing, China
O Museu Subaquático de Baiheliang encerra a crista da Garça Branca, com 1.600 metros de comprimento, numa cobertura de vidro em forma de arco cheia de água purificada, que mantém a pressão igual dos dois lados. Dois canais subaquáticos com longas escadas rolantes descem da margem até um corredor anelar de 60 metros, onde 23 janelas redondas mostram as gravuras submersas.
Antes que um grande projeto hidroelétrico inundasse a área, este local estava exposto em uma crista fluvial. A submersão levou à criação do museu para preservar os marcadores antigos que de outra forma teriam se perdido.
As inscrições na pedra documentam como as pessoas monitoravam e compreendiam o comportamento do rio ao longo dos séculos. Revelam uma tradição antiga de registrar mudanças naturais importantes para gerações futuras.
Os visitantes descem da margem por uma escada rolante de 91 metros até um corredor inclinado e seguem por um corredor horizontal de 150 metros até uma escotilha de aço com cerca de 1 metro de largura e 0,5 metros de espessura. Depois dela, um corredor anelar de 60 metros com 23 vigias redondas dá para a crista submersa, a cerca de 40 metros abaixo da superfície do Yangtzé.
O recipiente protetor foi proposto por Ge Xiurun, do Instituto de Mecânica das Rochas e Solos da Academia Chinesa de Ciências, e preferido a um projeto que pretendia isolar totalmente as gravuras do rio. A sua água filtrada é mantida à mesma pressão do Yangtzé exterior, o que estabiliza o arco. Os visitantes descem por uma escada rolante de 91 metros.
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