Bailiwick Castle, Castelo medieval em Baden, Suíça.
O Castelo da Bailia é um pequeno castelo de três andares na margem direita do Limmat em Baden, em frente à cidade velha. O seu núcleo é uma torre de menagem construída na primeira metade do século XII com pedras de pedreira e seixos, em torno da qual acrescentos em três fases criaram uma planta irregular. A ala principal forma uma elipse dobrada, com uma passagem para a ponte coberta de madeira a sul e uma torre de escada redonda chamada Schneggen na fachada leste. Uma extensão moderna dos arquitetos Wilfrid e Katharina Steib, apelidada Melonenschnitz, foi acrescentada em 1992-1993.
O Niderhus foi construído no século XII em frente ao castelo de Stein e é mencionado pela primeira vez em 1265. Passou por herança aos Kyburg em 1173 e aos Habsburgos em 1264. Danificado durante a conquista confederada de Argóvia em 1415, foi reparado e tornou-se sede do bailio do condado de Baden. Em 1486 decidiu-se reconstruí-lo e ampliá-lo como Landvogteischloss, concluído em 1490.
O nome do castelo vem do landvogt, o bailio enviado anualmente por um dos cantões confederados que conquistaram o Aargau em 1415; depois de 1712, ele e o seu pessoal eram os únicos reformados de Baden. Desde 1912 o edifício alberga o Museu Histórico, dedicado às termas e à indústria da cidade desde a época romana, e o arquivo municipal, subterrâneo, que guarda documentos administrativos desde 1300.
O castelo fica numa depressão na margem direita do Limmat, junto à ponte coberta de madeira que leva à cidade velha na margem esquerda. A entrada do museu e o arquivo municipal subterrâneo estão no edifício, e a ampliação de 1992/93 dos arquitetos Wilfrid e Katharina Steib encosta à fachada noroeste. O local ocupa o ponto mais estreito do vale de Baden, abaixo do Lägerngrat.
A torre de menagem no centro do castelo foi construída na primeira metade do século XII com pedra de pedreira e seixos, sendo anterior à primeira menção do local como «Niderhus» em 1265. A ampliação do museu de 1992/93, projetada por Wilfrid e Katharina Steib na fachada noroeste, é apelidada de «Melonenschnitz» (fatia de melão) pelos moradores.
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