Église Saint-Christophe de Charleroi, Igreja paroquial católica na Praça Charles II, Charleroi, Bélgica.
A igreja Saint-Christophe de Charleroi ergue-se na place Vauban; a reconstrução de 1956 é dominada por uma cúpula nervurada de cobre com dezesseis metros de diâmetro e quarenta e oito de altura, ladeada por duas torres de pedra coroadas por estátuas. A fachada de pedra clara tem uma entrada em arco profundamente recuada entre colunas e dois nichos com estátuas; à direita ergue-se uma torre de tijolo com telhado pontiagudo. No interior, a nave conduz a um mosaico dourado de Jean Ransy que ilustra o Apocalipse, emoldurado por um arco sobre o altar, com piso de ladrilhos geométricos e filas de cadeiras de madeira.
O edifício começou em 1667 como uma pequena capela militar antes de ser reconstruído no início de 1700 e dedicado a Santo Cristóvão. Essa mudança marca quando passou de servir apenas soldados para se tornar um lugar de culto maior para a cidade.
A igreja é por vezes designada basílica, mas não tem oficialmente esse título. O presidente da câmara Joseph Tirou propôs construir uma num discurso pouco depois do massacre de Courcelles, a 18 de agosto de 1944: «Temos de construir uma basílica… para que isso nunca mais aconteça!». O mosaico do coro, de Jean Ransy, ilustra o Apocalipse de São João.
A entrada principal foi transferida para a rue Vauban com a transformação de 1956, pelo que convém aproximar-se desse lado e não da praça. A antiga igreja, classificada em 1942, funciona hoje como transepto do edifício ampliado, com uma nave longa até ao coro. Procure a pedra de fundação da capela de 1667 encastrada no pórtico.
O mosaico dourado do coro é de Jean Ransy e ilustra o Apocalipse de São João. A igreja é por vezes chamada basílica, mas não tem esse título oficial: o presidente da câmara Joseph Tirou defendeu construir «uma basílica» num discurso pouco depois do massacre de Courcelles, em agosto de 1944.
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