Schloss Cumberland, Castelo neogótico em Gmunden, Áustria
O Castelo Cumberland é um castelo de pedra cinza-clara com telhados íngremes cinza-escuros, formado por alas ligadas numa colina acima de Gmunden. A ala esquerda tem um bloco principal alto com uma saliência de empena e uma torre quadrada com telhado cónico castanho-avermelhado; um bloco central com uma estufa de vidro liga à ala direita mais alta, que tem duas torres de telhado pontiagudas e filas de janelas retangulares com persianas verdes. Empenas de enxaimel castanhas situam-se entre as alas.
Após a anexação do reino de Hanôver pela Prússia em 1866, o rei Jorge V partiu para o exílio em Viena. O seu filho Ernesto Augusto, 3.º duque de Cumberland, comprou um terreno acima do Krottensee, perto de Gmunden, e encomendou a Ferdinand Schorbach um projeto em estilo Tudor; as obras começaram a 15 de junho de 1882 e a família instalou-se a 15 de setembro de 1886. De 1886 até à sua morte em 1923, o castelo foi a sede do príncipe herdeiro exilado.
O castelo guardava o tesouro dos Guelfos, cuja peça principal era a Bíblia Guelfa. A capela, erguida alguns anos depois do edifício principal, tem pinturas de altar da escola de Lucas Cranach. Os Hanôver também financiaram a igreja protestante de Gmunden (1871–75), e a cidade deu o nome Georgstraße ao rei Jorge V.
O castelo funciona hoje como uma instalação de cuidados estatal e pode ser visto de fora pelos visitantes. Quem o visita deve esperar que o acesso ao interior não seja possível.
O mausoléu do castelo estende-se sob o terraço do lado leste do edifício principal e entra-se por uma construção discreta com porta dupla de madeira no lado norte. O interior em forma de T não está aberto ao público e guarda o sarcófago do príncipe Christian (1885–1901) e o túmulo da princesa Marie (1849–1904).
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