Inyan Kara Mountain, Montanha no condado de Crook, Wyoming, Estados Unidos.
Inyan Kara é um domo estrutural e uma intrusão ígnea de sienito pórfiro claro ou riolito alcalino, colocada como um pequeno lacólito durante o Eoceno, há cerca de 50 a 58 milhões de anos. O domo tem cerca de 1,5 milhas (2 km) de largura; o magma ergueu uns 4.000 pés de rochas sedimentares, do calcário Pahasapa ao xisto vermelho de Spearfish, passando por Minnelusa, Opeche e Minnekahta. Destaca-se das Black Hills com 6.368 pés (1.941 m).
Em 1874, o tenente-coronel George Armstrong Custer liderou cerca de 1.000 homens e 500 cabeças de gado nas Black Hills para estabelecer um posto militar e procurar ouro. Sua coluna chegou a Inyan Kara em 22 de julho de 1874, e Custer subiu ao cume no dia seguinte, deixando a inscrição "74 Custer". O ouro encontrado perto de Deadwood levou às campanhas de 1876 e à morte de Custer em Little Bighorn. O cume foi inscrito no Registro Nacional de Lugares Históricos em 1973.
O nome lakota Íŋyaŋ Káǧa significa «recolhedor de pedra». Na cosmologia dos oceti sakowin, Inyan, a pedra, era um dos espíritos originais: entregou o seu sangue azul, a água, para criar a Terra, e a pedra é chamada Tunkasila, Avô. Uma lenda liga o pico a Inyan Hoksila, Stone Boy, cujas pedras aquecidas e vapor devolveram a vida aos tios e deram origem à cerimónia do Inipi, a cabana de suor.
Chegar ao cume exige botas robustas e equipamento adequado, com condições que variam conforme a estação nas encostas expostas. É importante abastecer-se em Sundance antes de partir, pois não há serviços na montanha.
Os estrondos ouvidos em dias calmos por nativos e primeiros exploradores deixaram de ser mencionados após 1833; foram atribuídos a gases que escapavam de camadas de carvão em combustão. O cume está no Registro Nacional de Lugares Históricos desde 1973.
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