Tulum, Sítio arqueológico maia na costa caribenha, México.
As ruínas de Tulum formam um sítio arqueológico na costa caribenha, no estado de Quintana Roo, onde construções de pedra cinza erguem-se sobre um penhasco de calcário cerca de doze metros acima da água. Uma muralha contínua com várias aberturas cerca o recinto e o separa da selva circundante, enquanto torres de vigia e templos distribuem-se sobre a plataforma interior.
Entre 1200 e 1450, este lugar serviu como porto comercial importante que conectava rotas marítimas ao longo da costa com caminhos interiores da península de Yucatán. Após a chegada dos espanhóis no século XVI, o assentamento foi gradualmente abandonado e coberto pela selva até que exploradores o documentaram novamente no início do século XIX.
Ao amanhecer, visitantes costumam reunir-se perto da borda leste para contemplar o nascer do sol sobre a água, enquanto guias locais narram como as construções acompanhavam o movimento dos astros. Logo além das muralhas, artesãos vendem tecidos bordados e objetos que remetem aos motivos antigos, mantendo viva a memória desses símbolos.
É recomendável visitar o recinto de manhã cedo, antes que o calor e o fluxo de visitantes aumentem, pois há pouca sombra nas plataformas abertas. Os caminhos são em sua maioria planos, embora alguns trechos cruzem pedras irregulares e degraus íngremes, por isso é aconselhável usar calçado resistente.
Um pequeno templo exibe uma figura esculpida pendurada de cabeça para baixo, interpretada como o deus descendente, cuja posição se alinha com a trajetória de Vênus no céu. Em dois nichos da mesma fachada havia figuras de estuque que desapareceram, embora fotografias antigas do século XIX as mostrem intactas.
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