Museu de Arte de Sonora, Museu de arte em Hermosillo, México.
O Museo de Arte de Sonora (MUSAS) foi inaugurado em setembro de 2009 em Hermosillo. As suas salas acolhem três exposições permanentes do acervo: «Arte Sonorense. Sonora 1.0», sobre a produção artística do estado entre 1970 e 2010, e «Sonora 2.0» e «Sonora 3.0», esta inaugurada em setembro de 2019 para o décimo aniversário.
O MUSAS foi inaugurado em setembro de 2009 sem acervo próprio. Este formou-se com doações de artistas, pagamentos em espécie através da SHCP e aquisições custeadas por habitantes do norte, centro e sul do estado. A sala 1 percorre a arte sonorense desde os anos 1970, década marcada pelo ativismo comunista e anarquista e pelos hippies.
O museu funciona como centro de empréstimo de obras de outras instituições, como o Museo Carrillo Gil e museus do deserto de Sonora. Desde 2010 recebeu «Frida Kahlo. Mi vestido cuelga ahí», obras da coleção Rufino Tamayo, «Diálogo con Bolaño», de Allen Frame, mestres da coleção Carrillo Gil e «Pinocho», de Francisco Toledo.
O museu abriu em setembro de 2009 e o acervo permanente distribui-se por três salas numeradas: a sala 1 para a arte de Sonora, a sala 2 para a arte mexicana contemporânea e a sala 3 para a coleção Sonora 3.0. A sala A recebe peças temporárias como Flor explotada 1 (2020), de Javier Peláez. Procure Dos Eslabones de Terracota (2016), de Xawery Wolski, na sala 2, e A nivel del mar, estructura roja (2005), de Fernando Cordero, na sala 3.
O acervo formou-se com doações de artistas e com o mecanismo de pagamento em espécie da SHCP, além de compras custeadas por moradores do norte, centro e sul de Sonora. A primeira exposição permanente, Sonora 1.0, abrange a arte sonorense de 1970 a 2010, período que o curador Octavio Avendaño Trujillo associa ao ativismo politizado e ao subjetivismo hippie.
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