RMS Queen Mary, Navio-museu em Long Beach, Estados Unidos
O RMS Queen Mary é um transatlântico britânico retirado do serviço, lançado em 1934 em Clydebank e com 310,7 m (1019,4 pés) de comprimento total, agora atracado permanentemente em Long Beach como hotel, museu e espaço de congressos. O casco negro leva o nome em maiúsculas brancas na proa, com um mastro dianteiro bege, três chaminés de base laranja-avermelhada e topo negro, e filas de janelas retangulares ao longo da superestrutura branca. No interior, o salão de jantar principal da classe cabine, com três pisos de altura, tem altas paredes de madeira, mesas redondas com toalhas brancas, cadeiras estofadas a vermelho sobre um tapete verde, vermelho e dourado, e um palco elevado com cortinas escuras.
A construção começou em dezembro de 1930 na John Brown & Company, em Clydebank, como casco número 534, parou em dezembro de 1931 durante a Grande Depressão e retomou em abril de 1934 graças a um empréstimo estatal que exigia a fusão da Cunard com a White Star Line. Lançada ao mar a 26 de setembro de 1934, partiu de Southampton na viagem inaugural a 27 de maio de 1936. Conquistou a Fita Azul em agosto de 1936, perdeu-a para o Normandie em 1937 e recuperou-a em 1938, mantendo-a até 1952. A partir de março de 1940, pintada de cinzento, serviu como transporte de tropas e levou mais de 16.600 pessoas numa travessia de 1943. Retirada do serviço em 1967, foi comprada pela cidade de Long Beach e aberta ao público em 1971.
O nome deve-se ao rei Jorge V: a Cunard pretendia chamar o navio Victoria, mas, convidado a dar-lhe o nome da «maior rainha» britânica, sugeriu a sua esposa, Mary. Os interiores foram equipados em estilo art déco, e a sala de jantar da classe cabine ocupava três pisos, marcada por largas colunas.
Os conveses e interiores podem ser visitados através de passeios guiados ou por autoexploração, com algumas áreas que requerem escadas que sobem. As cabines estão disponíveis para estadias noturnas, e vários restaurantes oferecem refeições com vistas do porto.
A ponte de navegação preserva os instrumentos de direção originais e os telégrafos de latão que uma vez transmitiram ordens para a casa das máquinas. Estes dispositivos ainda mostram o trabalho manual e a mecânica que eram usados antes da navegação digital.
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