Kilauea Caldera, Caldeira vulcânica ativa no Parque Nacional dos Vulcões do Havaí, Estados Unidos.
A Caldeira do Kilauea é a caldeira principal do vulcão Kilauea, na ilha do Havaí: tem 4,7 km de comprimento, 3,1 km de largura e 165 m de profundidade, com 10,7 km2 a 1.222 m de altitude. O fundo é coberto por escoadas de lava, as mais antigas de 1885, e a cratera em forma de poço Halemaʻumaʻu ocupa o sudoeste. A Crater Rim Road contorna a depressão e passa junto ao Observatório Vulcanológico do Havaí e ao centro de visitantes do parque nacional.
A caldeira do Kīlauea começou a formar-se por etapas há 1.500 a 2.000 anos, quando os polinésios povoavam o Havaí, e cresceu com novos colapsos nos séculos XVI e XVIII. O fundo é coberto por escoadas de lava, a mais antiga de 1885. A cratera Halemaʻumaʻu, a sudoeste, concentra a atividade vulcânica do cume desde 3 de janeiro de 1983.
O nome Kilauea foi dado pelos habitantes havaianos à área do cume, enquanto a cratera em poço que contém chama-se Halemaʻumaʻu; as fontes registam que os polinésios instalados na ilha há 1.500 a 2.000 anos deram nome a esta última, mas não à caldeira. O nome Halemaʻumaʻu remete para a morada do sagrado feto ʻamaʻu. Em Halemaʻumaʻu ainda se depositam lei e outras oferendas, uma prática ligada a Pele, a divindade do vulcão que aí residiria.
O parque oferece áreas de observação marcadas e caminhos seguros para explorar a caldeira, sendo recomendável verificar os alertas vulcânicos atuais antes de visitar. Os visitantes devem se preparar para condições em mudança, já que a atividade vulcânica pode afetar o acesso a certas áreas.
Cientistas monitoram continuamente esta caldeira, registrando constantemente dados sobre terremotos e emissões de gás subterrâneos. Essa observação intensa a torna um dos sistemas vulcânicos mais estudados da Terra.
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