Whangaehu River, Grande rio em Manawatū-Whanganui, Ilha do Norte, Nova Zelândia
O Whangaehu nasce na borda sudeste do lago da cratera do Monte Ruapehu, no parque nacional de Tongariro, e percorre cerca de 161 quilómetros para sul-sudoeste até ao mar da Tasmânia junto a Whangaehu, a sudeste de Whanganui. O curso superior começa como água de degelo de um pequeno glaciar; quando a água quente do lago transborda, derrete gelo e neve formando um túnel em forma de caverna.
A história registada do rio inclui uma cheia a 13 de dezembro de 1859 que levou a sua ponte, e outras em 1889 e 1895 causadas por erupções do Ruapehu. A 24 de dezembro de 1953 o colapso de parte da cratera provocou um lahar que enfraqueceu a ponte ferroviária de Tangiwai, que ruiu sob o expresso Wellington–Auckland e matou 151 das 285 pessoas a bordo. A 18 de março de 2007 um lahar libertou cerca de 1,29 mil milhões de metros cúbicos de água, lama e lodo, e o alarme ERLAWS evitou acidentes.
Em fevereiro de 1862, James Coutts Crawford recolheu canções antigas e «vários relatos do taniwha, um dos quais nos disseram ter derrubado a ponte de Wangaehu». O nome do rio aparece nesse registro escrito da tradição maori local, em que um taniwha é ligado à destruição de uma ponte sobre o Whangaehu.
O rio é acessível em vários pontos ao longo de seu curso para caminhadas curtas e exploração da natureza. Os níveis de água podem subir repentinamente devido à atividade vulcânica a montante, portanto, os visitantes devem ter cuidado ao se aproximarem da água.
A água do lago da cratera é tão ácida que o Tongariro Power Scheme não desvia água das nascentes do Whangaehu; o rio contorna o aqueduto de Waihianoa por um vau. No curso superior nasce do degelo de um pequeno glaciar, e a água quente do lago que transborda derrete gelo e neve formando um túnel em forma de caverna.
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