Palácio da Justiça, Tribunal eclético em Santo Antônio, Brasil.
O Palácio da Justiça abriga o Tribunal de Justiça de Pernambuco. Projetado pelo arquiteto italiano Giácomo Palumbo em estilo eclético e concluído em 1930 na Praça da República, tem cúpula de 45 metros, a mais alta do Brasil, com vitrais de Heinrich Moser, pinturas de Murillo La Greca e esculturas de Bibiano Silva.
A pedra fundamental foi lançada em 2 de julho de 1924 pelo governador e juiz federal Sérgio Loreto, nas comemorações do primeiro centenário da Confederação do Equador, e a construção foi concluída em 7 de setembro de 1930. No terreno existira o Palácio de Friburgo de Maurício de Nassau, concluído em 1642, depois quartel e demolido entre 1774 e 1787; em seu lugar ergueu-se o Erário Régio, também demolido em 1840.
Os vitrais são de Heinrich Moser e as pinturas internas de Murillo La Greca; o edifício tem ainda esculturas de Bibiano Silva. Continua a ser sede do Tribunal de Justiça de Pernambuco, e o seu estilo eclético, do arquiteto italiano Giácomo Palumbo, situa-o na Praça da República, junto ao Teatro de Santa Isabel e ao Palácio do Campo das Princesas.
O edifício fica aberto para visitantes na maioria dos dias úteis com verificações de segurança na entrada. É aconselhável chegar durante o horário comercial e verificar com antecedência, pois sessões judiciais podem ocasionalmente restringir o acesso a certos locais.
A cúpula do Palácio da Justiça tem 45 metros, a mais alta do Brasil. Os vitrais são de Heinrich Moser, as pinturas de Murillo La Greca e as esculturas de Bibiano Silva. O prédio ocupa o terreno de palácios anteriores: o de Friburgo, do conde Maurício de Nassau, demolido entre 1774 e 1787, e o Erário Régio, demolido em 1840.
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