Sertão Museum, Museu do patrimônio regional na Universidade Estadual de Feira de Santana, Brasil.
O Museu Casa do Sertão é um acervo bibliográfico, memorial e histórico instalado no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana, à qual pertence. Reúne um acervo iconográfico de 1.169 peças em couro, cerâmica, metal, madeira, fibras e matrizes de xilogravura, distribuído entre a Sala do Artesanato, a Sala Eurico Alves Boaventura, dedicada ao couro, e a Sala Dival da Silva Pitombo, para exposições temporárias.
O museu foi inaugurado em 30 de junho de 1978 num prédio construído pelo Lions Clube de Feira de Santana, que depois o doou à Universidade Estadual de Feira de Santana. Uma reforma realizada entre 1995 e 1996 triplicou a área construída, de 212,72 para 708,46 metros quadrados. Integra o Centro de Estudos Feirenses, entidade responsável pelo estudo da história do município.
Desde 2019, o museu abriga o Anjuká – Centro de Memória dos Povos Indígenas do Nordeste, dedicado à preservação, pesquisa e difusão da memória e das culturas indígenas da região. O nome vem do dzubukuá, da família linguística kariri (tronco macro-jê), em que designa a jurema (Mimosa tenuiflora), planta de importância ritual para diversos povos do sertão nordestino.
O museu fica no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana e integra o Centro de Estudos Feirenses (CENEF). Ocupa um edifício ampliado entre 1995 e 1996, que passou de 212,72 para 708,46 metros quadrados, com um pavilhão anexo para peças de grande porte.
Desde 2019, o museu abriga o Anjuká, centro de memória dos povos indígenas do Nordeste, como os Tuxá, Pankararú, Kaimbé e Truká. O nome vem do dzubukuá, língua da família kariri, e é uma das denominações da jurema, planta usada em rituais.
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