Grande Hotel de Goiânia, Museu Art Déco no centro de Goiânia, Brasil
O Grande Hotel de Goiânia é um edifício Art Déco de três pavimentos no Setor Central, entre as avenidas Tocantins, Araguaia e Independência, delimitado pela Avenida Goiás e pela Avenida Anhanguera. Em uma área de 2.178 m², tinha originalmente 60 quartos e quatro apartamentos de luxo, com água quente e fria e garagens. A gestão é do governo do estado.
As obras começaram em 1935 e o Grande Hotel foi inaugurado em 23 de janeiro de 1937, primeiro hotel de Goiânia, então em início de crescimento como nova capital de Goiás. Tinha três pavimentos, 60 quartos e quatro apartamentos de luxo em uma área de 2.178 m², e seu restaurante-bar tornou-se o ponto de encontro da sociedade goianiense. Foi tombado pelo IPHAN como patrimônio histórico de Goiânia em 18 de novembro de 2003.
O restaurante-bar do hotel tornou-se o ponto de encontro da sociedade goianiense no fim dos anos 1930. O próprio edifício foi tema da revista "Goiânia", estreada em 8 de junho de 1938 no Cine-Teatro Campinas; no Ato II, Cena VIII, o hotel ganha vida e canta uma ária sobre seus tons quase rosados, feitos para que os sonhos dos hóspedes combinassem com eles. Desde 2013 abriga uma Biblioteca Infanto-Juvenil ligada à Universidade Federal de Goiás.
O edifício está localizado no centro em um importante cruzamento de ruas, tornando-o fácil de acessar a pé. Os visitantes devem reservar tempo para explorar os detalhes da arquitetura Art Deco tanto dentro quanto fora da estrutura.
O hotel foi tema da revista "Goiânia", estreada em 8 de junho de 1938 no Cine-Teatro Campinas, com texto de Vasco dos Reis Gonçalves e músicas de Joaquim Edson Camargo. Na cena VIII do segundo ato, o edifício ganha vida e canta seus tons quase rosados, escolhidos para os sonhos de seus hóspedes.
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