Memorial dos Povos Indígenas, Museu dos povos indígenas em Brasília, Brasil.
O Memorial dos Povos Indígenas é um museu cultural em Brasília dedicado à história e à vida contemporânea dos povos indígenas do Brasil. Abriga uma coleção de objetos, obras de arte e documentos que documentam a diversidade e o legado dessas comunidades.
O prédio foi concluído em 1987 com financiamento da Fundação Banco do Brasil, num terreno doado pela Terracap, mas o governador José Aparecido de Oliveira destinou-o ao Museu de Arte Moderna de Brasília. Lideranças indígenas e antropólogos lutaram pela função original, e em 1997 o espaço serviu para velar o corpo de Galdino Jesus dos Santos. Reabriu definitivamente como Memorial dos Povos Indígenas em 16 de abril de 1999, com 55 indígenas do Alto Xingu liderados pelo chefe Aritana Yawalapiti.
A forma redonda do prédio segue o yano, a maloca coletiva redonda dos Yanomami, e é comparada a uma taba modernista. Na reabertura de 1999, 55 indígenas do Alto Xingu liderados pelo chefe Aritana Yawalapiti fizeram um ritual para que o prédio pertencesse a todos os povos brasileiros. Em 1997, o corpo de Galdino Jesus dos Santos foi velado ali.
O museu fica no Eixo Monumental, entre o Memorial JK e a Praça do Buriti, em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Está na Zona Cívico-Administrativa, e não no Sudoeste e Octogonal. O prédio passou longos períodos fechado antes da reabertura em 16 de abril de 1999; confirme os dias de funcionamento atuais antes de ir.
A planta circular do prédio segue o yano, a maloca redonda coletiva dos Yanomami. Em 1987, os pajés Sapaim Kamaiurá e Preporí Cayabi fizeram um ritual de proteção invocando o espírito Mamaé Catuité; em 1995, Sapaim foi chamado para retirá-lo. Em 1997, o corpo de Galdino Jesus dos Santos, assassinado em Brasília, foi velado aqui.
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