Casa da Marquesa de Santos, Palácio neoclássico em São Cristóvão, Rio de Janeiro, Brasil.
Casa da Marquesa de Santos é um edifício neoclássico de dois andares em São Cristóvão com escadas curvas e um jardim adjacente. A fachada apresenta detalhes em forma de coração em janelas e portas, com molduras de pedra e ornamentações decorativas acima das vergas que caracterizam seu aspecto exterior.
O imperador Pedro I ofereceu esta residência à sua amante Domitila de Castro, que viveu aqui de 1827 a 1829. O edifício surgiu durante o período da monarquia primitiva do Brasil e reflete as escolhas arquitetônicas e o estilo de vida daquela época.
A casa deve o nome a Domitila de Castro Canto e Melo, feita marquesa de Santos por D. Pedro I, que lhe deu o palacete em 1827. A decoração interna foi entregue a Francisco Pedro do Amaral, autor das Alegorias dos Quatro Continentes, enquanto os irmãos Ferrez realizaram os trabalhos em estuque. Desde 2012 o edifício está fechado para restauro, e um aplicativo digital disponibiliza imagens de vestuário e objetos da época.
O palacete está fechado ao público externo desde 2012 para restauração, portanto o interior não pode ser visitado atualmente. Enquanto as obras duram, um aplicativo gratuito para iOS e Android disponibiliza fotos de vestuários, acessórios e objetos do período imperial. O imóvel pertence à UERJ e as atividades de museu são administradas pela FUNARJ.
Os pisos da casa são feitos de madeira brasileira especialmente trabalhada, selecionada especificamente para a construção. Esta escolha de material revela a importância dada ao artesanato local na construção desta residência real.
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