Floresta Nacional de Mário Xavier, Floresta nacional em Seropédica, Rio de Janeiro, Brasil
A Floresta Nacional Mário Xavier ocupa cerca de 493 hectares na Baixada de Sepetiba, em relevo quase plano com ondulações do tipo meia-laranja. Guarda o fragmento florestal nativo mais significativo de Seropédica, atravessado por dois córregos perenes, o Valão da Draga e a Vala dos Bois. Parte da área foi derrubada para a construção do Arco Metropolitano. No local funciona também o CETAS, Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama.
A floresta foi criada em 8 de outubro de 1986 pelo Decreto Federal nº 93.369, com cerca de 493 hectares. Desde 1945, o local era conhecido como Horto Florestal de Santa Cruz, gerenciado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. Hoje é administrada pelo ICMBio e vinculada ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos.
A floresta abriga o CETAS, Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA, onde são recolhidos animais apreendidos ou feridos. A sigla local FLONAMAX vem de Floresta Nacional Mário Xavier. O pesquisador que descobriu a rãzinha Physalaemus soaresi batizou a espécie com seu nome.
A floresta ocupa uma planície quase plana da Baixada de Sepetiba, com ondulações do tipo «meia laranja». É atravessada por dois córregos perenes, o Valão da Draga e a Vala dos Bois, ambos contaminados por moradias próximas. O traçado do Arco Metropolitano corta a área.
A rã Physalaemus soaresi foi descoberta e batizada nesta floresta por um pesquisador, que registrou que seu canto é ouvido a cerca de cem metros; não é conhecida em nenhum outro lugar. Quando o Arco Metropolitano foi traçado sobre a floresta, as obras pararam por causa de seu habitat. Vivem ali cerca de 30 espécies de anfíbios.
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