Praia de Itaorna, Praia em Angra dos Reis, Brasil.
A Praia de Itaorna é uma praia em Angra dos Reis, no litoral do estado do Rio de Janeiro. O local, originalmente uma aldeia de pescadores, foi escolhido para a Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, que compreende as usinas Angra 1, Angra 2 e Angra 3.
Itaorna era originalmente uma aldeia de pescadores antes de ser escolhida como local da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, que compreende as usinas Angra 1, Angra 2 e Angra 3. A localização foi determinada pela proximidade dos três principais centros de carga do Sistema Elétrico Brasileiro (Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo), pela necessidade de proximidade do mar e pela facilidade de acesso para os componentes pesados. A construção tem sido criticada ao longo dos anos; grupos ambientalistas usam a suposta tradução guarani «pedra podre» e o conhecimento indígena de uma falha geológica na região.
O nome Itaorna costuma ser ligado ao guarani, com ita significando pedra e orna popularmente entendido como podre ou mole, mas a origem do sufixo não é comprovada; a Eletronuclear chegou a oferecer um prêmio a quem a descobrisse. Grupos ambientalistas já usaram essa leitura do nome para criticar a usina nuclear construída ao lado da praia.
A construção das usinas foi criticada ao longo dos anos: grupos ambientalistas usaram o suposto significado do nome, «pedra podre», para denunciar uma falha geológica que, segundo eles, os índios conheciam. A Eletronuclear chegou a oferecer um prêmio a quem descobrisse a origem do sufixo «orna».
O nome «Itaorna» vem do guarani e costuma ser traduzido como «pedra podre» ou «pedra mole»; o prefixo «ita» (pedra) é certo, mas o sufixo «orna» não tem origem comprovada. A Eletronuclear chegou a oferecer um prêmio a quem descobrisse sua origem.
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