Palacio Piria, Edifício da Suprema Corte na Plaza de Cagancha, Montevidéu, Uruguai
O Palacio Piria abriga a Suprema Corte de Justiça do Uruguai, no lado sul da Plaza de Cagancha, em Montevideo. O arquiteto francês Camille Gardelle deu ao edifício de 1917 um estilo eclético historicista que combina elementos neoclássicos, renascentistas e modernos. Um motivo oval se repete no hall do térreo, no subsolo e nos níveis superiores. Pequenos jardins acompanham o Pasaje de los Derechos Humanos, e diante da fachada principal ergue-se o Monumento à Justiça, de Rafael Lorente Mourelle.
O arquiteto francês Camille Gardelle projetou este palácio em 1917 como residência privada para o empresário Francisco Piria. O edifício foi sua casa familiar até 1933 quando foi transformado na corte suprema do país.
O nome homenageia Francisco Piria, o empresário e filantropo que encomendou a casa em 1917. O edifício tem uma conotação esotérica ligada às crenças simbólicas que lhe são atribuídas: um motivo oval repete-se no hall do piso térreo, no subsolo e nos espaços de distribuição dos dois pisos superiores, a par de outras figuras ornamentais recorrentes. No Dia do Património o palácio abre as portas ao público.
O edifício dá para a Plaza de Cagancha, no Pasaje de los Derechos Humanos, e em frente à entrada principal ergue-se o Monumento à Justiça, de Rafael Lorente Mourelle. É uma sede judicial em funcionamento, pelo que o acesso é normalmente restrito; o palácio abre as portas ao público uma vez por ano, no Dia do Património.
O motivo oval do hall do piso térreo repete-se no subsolo e nos espaços de circulação dos dois pisos superiores, dentro do programa simbólico e esotérico atribuído a Francisco Piria. O palácio abre ao público uma vez por ano, no Dia do Património.
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