Bar y Almacén del Hacha, Bar colonial na Ciudad Vieja, Uruguai.
Bar y Almacén del Hacha é um edifício colonial na intersecção das ruas Buenos Aires e Maciel em Ciudad Vieja, conhecido por suas paredes espessas de cerca de 60 centímetros. A estrutura preserva seu sistema original de grades, típico dos armazéns daquele período.
Registado na Dirección de Catastro como pulpería em 27 de janeiro de 1817, quando foi criado o departamento de Montevidéu, o estabelecimento da esquina pertencia a Juan Vázquez e era conhecido como "La esquina de Vázquez". Depois foi depósito de bebidas e armazém de secos e molhados e, no início do século XX, almacén, café e bar. O nome vem do assassinato de Bernardo Paniagua, empregado da pulpería, morto com um golpe de machado por Domingo Gambini em 15 de abril de 1794 durante uma tentativa de roubo; julgado em Buenos Aires, Gambini foi enforcado em Montevidéu.
O nome do bar vem do golpe de machado que matou o empregado da pulpería Bernardo Paniagua durante uma tentativa de roubo em 15 de abril de 1794; a esquina passou a ser chamada "esquina del hacha". Os frequentadores formaram uma sociedade de amigos que se reúne no verão em Pajas Blancas, e murgas como Asaltantes con Patente ensaiavam na porta.
O bar fica na esquina das ruas Buenos Aires e Maciel, no bairro Guruyú da Ciudad Vieja, perto do quebra-mar Sarandí e do porto. As paredes de pedra têm 60 cm de espessura, a entrada mantém a grade original da pulpería e o pátio uma cisterna de pedra. O entrepiso apoia-se em vigas de troncos de palmeira; as tubulações de gás do século XIX foram retiradas.
Em 2004, o Correio uruguaio emitiu uma tiragem de 15.000 selos de 16 pesos comemorando o aniversário do Almacén del Hacha. O bar também integra o ciclo Boliches en agosto da Dirección Nacional de Cultura e a programação oficial do Día del Patrimonio.
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