Museo Solar Intiñán, Museu equatorial interativo em San Antonio de Pichincha, Equador
O Museo Solar Intiñán fica em San Antonio de Pichincha, a 200 metros da Ciudad Mitad del Mundo, na periferia de Quito. Construído em 1989 em torno de duas cabanas centenárias, reúne duas casas que recriam objetos tradicionais e uma floresta totêmica. As suas demonstrações didáticas, como o efeito Coriolis ou o equilíbrio de um ovo na cabeça de um prego, não são medições científicas.
O museu foi construído em 1989 em torno de duas cabanas centenárias, para resgatar a cultura dos povos equinociais e dos Lulumbamba. O pai do diretor, o jornalista e professor Humberto Vera, pesquisou os Quitu Caras, primeiros astrônomos da América, e propôs e executou a pintura da linha vermelha equatorial no monumento erguido em San Antonio de Pichincha em 1936. Esses documentos podem ser consultados no museu mediante agendamento.
O nome une as palavras quíchuas inti (sol) e ñan (caminho): «caminho do sol». O sítio formou-se em torno de duas cabanas centenárias e de uma floresta totémica, e as casas recriam objetos costumbristas dos povos equinociais e dos Lulumbamba. O pai do diretor, o jornalista e professor Humberto Vera, investigou os Quitu Caras, primeiros astrónomos da região, e pintou a linha vermelha equatorial no monumento de 1936 em San Antonio de Pichincha; os seus documentos consultam-se no museu com marcação.
O museu fica a 200 metros da Ciudad Mitad del Mundo, em San Antonio de Pichincha, na periferia de Quito. As duas casas tradicionais e a floresta totêmica são percorridas a pé, e as demonstrações didáticas são conduzidas pela equipe. Os documentos sobre as pesquisas dos Quitu Caras podem ser consultados no local com agendamento prévio.
As demonstrações práticas do museu, como equilibrar um ovo sobre a cabeça de um prego ou o efeito Coriolis, são exemplos didáticos pensados para o visitante sentir o que é estar na latitude zero; o museu apresenta-as como tal, e não como física rigorosa. O local guarda ainda documentos sobre Humberto Vera, o jornalista e professor que propôs e realizou a pintura da linha vermelha equatorial no monumento de 1936 em San Antonio de Pichincha, consultáveis no local mediante marcação.
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