Cerro Manquehue, Cume montanhoso na Região Metropolitana de Santiago, Chile
O Cerro Manquehue é um maciço e o cume mais alto do Cordão de Manquehue, com 1.638 metros, entre as comunas de Huechuraba, Lo Barnechea e Vitacura, em Santiago. O topo largo e aproximadamente triangular mostra rocha cinza-clara e branca com manchas de neve na crista, enquanto as encostas inferiores são cinza-azuladas. A montanha é a raiz erodida de um estratovulcão ativo há cerca de 20 a 16 milhões de anos.
A montanha foi nomeada por comunidades Mapuche que habitavam a região antes da chegada europeia. O nome se refere aos condores, aves que a população indígena teria observado sobrevoando este terreno elevado.
O nome Manquehue vem do mapudungun Mañkewe, que significa 'lugar de condores'. Em dias claros, veem-se condores-andinos, tencas e turcas no cume e nas encostas. O cerro também marca o limite entre as comunas de Huechuraba, Lo Barnechea e Vitacura.
O cume atinge 1638 m de altitude, cerca de 900 m acima do terreno circundante, no limite de Huechuraba, Lo Barnechea e Vitacura. O acesso é feito pelo bairro Santa María de Manquehue, na encosta sul, e por La Dehesa, na encosta norte. A floresta esclerófila é frágil e só um por cento desse tipo de floresta se conserva na zona central do Chile, por isso convém não sair das trilhas.
O cume não é rocha vulcânica: o Manquehue é a raiz erodida de um estratovulcão ativo há cerca de 20 a 16 milhões de anos, do qual restam apenas as raízes. Na sua base, as obras das instalações do jornal El Mercurio entre 1988 e 1990 revelaram 36 indivíduos da cultura Llolleo com espólios, sobretudo cerâmica, além de pedras de moagem e lascas de andesito basáltico, quartzo, jaspe e obsidiana.
A comunidade de viajantes curiosos
AroundUs reúne milhares de lugares selecionados, dicas locais e joias escondidas, enriquecidos diariamente por mais de 92.591 colaboradores em todo o mundo.