Domuyo, Estratovulcão na Província de Neuquén, Argentina
O Domuyo é um estratovulcão da Cordilheira del Viento, no norte da província de Neuquén, Argentina, com 4.702 m, a montanha mais alta da Patagônia. A sua caldeira de 15 km de largura contém pelo menos 14 domos de lava dacítica, e outros cinco ficam fora dela. As encostas ocidentais têm fumarolas, fontes termais e géiseres; as encostas altas e o cume ficam muitas vezes sob as nuvens.
As fontes não documentam nenhuma primeira ascensão nem história datada do montanhismo no Domuyo. O nome vem do mapuche e significa «tremer e resmungar», provavelmente pela atividade geotérmica. O setor de turismo de Neuquén classifica-o como cerro com atividade vulcânica e manifestações termais, por não ter chaminé central.
Domuyo vem do mapuche: «tremer e resmungar», nome ligado à atividade geotérmica da montanha. O setor de turismo de Neuquén classifica-o como cerro com atividade vulcânica e manifestações termais, não como vulcão, pois não tem chaminé central. Suas encostas reúnem numerosas solfataras, fontes de água quente e gêiseres.
Para chegar lá, siga a Rota Nacional 40 de Chos Malal para a Rota Provincial 43, tendo em mente que as condições da estrada variam conforme a estação. Os meses de verão oferecem as melhores condições de visita quando a neve e o gelo são menos preocupantes.
O cume do Domuyo não é um cone vulcânico: a montanha não tem chaminé central, e a caldeira de 15 km de largura abriga pelo menos 14 domos de lava dacítica, além de outros cinco fora dela. As encostas ocidentais têm numerosas solfataras, fontes quentes e gêiseres. Do topo, os alpinistas veem os vulcões Copahue, Antuco, Sierra Velluda, Nevados de Chillán e Tromen, e os cerros Campanario e Sierra Nevada.
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