Arutua, Atol na Polinésia Francesa
Arutua é um atol de forma aproximadamente pentagonal das Tuamotu, na Polinésia Francesa, 40 km a sudoeste de Rangiroa e 16 km a leste de Apataki. Mede 31 km por 24 km, com uma laguna de 484 km2 e 15 km2 de terra distribuídos por 57 motu. A laguna, ampla e profunda, tem uma única passagem navegável; a principal aldeia é Rautini.
O atol foi documentado pela primeira vez pelo explorador holandês Jakob Roggeveen em 1722. Um navegador britânico o renomeou posteriormente durante uma expedição no início do século 19.
Rautini é a principal aldeia e sede do município de Arutua, que também abrange os atóis de Apataki e Kaukura. Fora da administração, os habitantes vivem sobretudo da produção de copra, e pérolas são cultivadas na lagoa. O atol também é conhecido como Ngaru-atua.
Há uma única passagem principal através do recife que permite que os barcos entrem na laguna. Um aeroporto fornece conexões com outras ilhas, sendo a principal forma de chegar ao atol.
Em 1816, o explorador russo Otto von Kotzebue passou pelo atol e deu o nome à cadeia ao seu brigue, o Rurik; a 23 de abril, a tripulação avistou o recife do mastro. Cartografou a parte norte do recife, mas uma mudança de vento impediu-o de entrar na laguna. O atol também se chama Ngaru-atua.
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