Pellumbas Cave, Caverna pré-histórica no condado de Tirana, Albânia
A Gruta de Pellumbas é uma formação cárstica localizada nas encostas do Parque Nacional Dajti, estendendo-se aproximadamente 360 metros na rocha com passagens entre 10 e 15 metros de largura. O interior contém várias câmaras distribuídas em diferentes níveis, abrangendo uma extensão vertical de aproximadamente 45 metros através da estrutura calcária.
A gruta foi habitada desde o período Paleolítico, conforme confirmado por escavações arqueológicas que revelaram restos de assentamentos humanos em seu interior. Fósseis de ursos das cavernas datando de aproximadamente 400.000 anos atrás também foram descobertos, documentando a longa história desta localização.
Os moradores chamam-lhe Shpella e Zezë, a Gruta Negra, e também Shpella e Pëllumbasit, pela aldeia abaixo. Behar Duqi, que entrou pela primeira vez aos 17 anos em 1992, é o seu guia e guardião; o pai e os vizinhos acreditavam que a gruta não tinha fim. Os visitantes há muito gravam os seus nomes no calcário junto à entrada.
A gruta fica nas gargantas de Skorana, a cerca de 25 km de Tirana, na margem esquerda do vale do Erzen, e chega-se por ela através da aldeia de Pëllumbas. O primeiro autocarro de Tirana parte às 7:10 e o segundo só às 17:00, e deixa os passageiros no entroncamento da estrada de Elbasan, não na aldeia. A entrada situa-se a cerca de 500 m acima do Adriático, e em frente à abertura há uma plataforma de madeira com grade.
O guia local Behar Duqi entrou na gruta pela primeira vez em 1992, aos 17 anos, com um primo; seu pai recusou-se a acreditar que tinham chegado ao fundo, pois os aldeões achavam a gruta sem fim. Só em 1995 os espeleólogos a exploraram, colocando-a no mapa mundial das grutas cársicas.
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