Spirit Lake Massacre Log Cabin, Cabana histórica de troncos em Arnolds Park, Estados Unidos
A cabana de toras do massacre de Spirit Lake é uma casa de madeira em Arnolds Park, Iowa, construída por Rowland Gardner em julho de 1856 para sua família e um grupo de colonos. As toras lavradas e a construção simples mostram os métodos de edificação dos primeiros assentamentos da região.
Rowland Gardner construiu a cabana em julho de 1856, depois de conduzir um grupo de colonos à região. Em 8 de março de 1857, um bando de sioux wahpekuta renegados liderado por Inkpaduta atacou a família Gardner e colonos vizinhos no que ficou conhecido como o massacre de Spirit Lake. O ataque começou noutra cabana, mas esta tornou-se famosa porque Abagail, a filha de 13 anos de Gardner, sobreviveu, foi feita cativa e mais tarde resgatada mediante pagamento pelos sioux yankton. O massacre acelerou a remoção dos sioux restantes do Iowa e do Minnesota pelo governo dos Estados Unidos e abrandou por algum tempo a colonização da região.
A cabana representa o choque entre as comunidades de colonos e as tribos nativas americanas que moldaram o desenvolvimento da região. Os visitantes podem entender como esses conflitos ainda fazem parte da identidade local e dos relatos contados hoje.
A cabana fica em Arnolds Park, não a oeste de Estherville. É operada como museu pela State Historical Society of Iowa, que adquiriu a propriedade após a morte de Abbie Gardner-Sharp em 1921. Perto da cabana foi erguido em 1895 um monumento às vítimas do massacre.
O ataque começou em outra cabana; esta ficou conhecida porque Abagail Gardner, de 13 anos, sobreviveu, foi feita prisioneira e mais tarde resgatada mediante pagamento pelos sioux yankton. A cabana também serve de cenário no romance Spirit Lake, de MacKinlay Kantor, de 1961.
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