Wakae Castle, Ruínas de castelo medieval em Higashiōsaka, Japão
O castelo de Wakae era um castelo de planície na atual Higashiosaka: o seu recinto principal, quadrado, media cerca de 130 m de leste a oeste por 130 m de norte a sul, rodeado por um fosso interior com água de 15 a 30 m de largura e cerca de 3,5 m de profundidade, com estacas de abatis na margem. As escavações encontraram muros de pedra, pedras de fundação e um armazém de tijolo, além de telhas que sugerem uma torre de canto coberta a sudoeste. Vestígios de fossos exteriores junto ao santuário Wakae Kagami e à escola primária Wakae apontam para um perímetro de cerca de 560 por 580 m.
O castelo de Wakae aparece pela primeira vez nas fontes em 1460, quando Hatakeyama Yoshinari se refugiou nele após ser expulso de Quioto; perdeu a batalha seguinte para Hatakeyama Masanaga, que tomou o castelo. Em 1477 Yoshinari atacou-o e conquistou-o, e o castelo foi abandonado pouco depois. Na década de 1570 foi ocupado por Miyoshi Yoshitsugu, obrigado a tirar a própria vida ali em 1573; Oda Nobunaga usou-o depois como base contra o Ishiyama Hongan-ji. Foi demolido por volta de 1580-1581.
Ikeda Norimasa, um dos três magistrados de Wakae, era cristão; em 1576 mandou construir em Wakae uma igreja com residência sacerdotal, e houve conversões entre os seguidores do Honganji. O jesuíta Luís Fróis citou Wakae, ao lado de Okayama e Sanga, entre os povoados cristãos de destaque do Kawachi. A igreja desapareceu após a demolição do castelo, mas subsistem os topónimos «Kurusu» em Wakae-Kitamachi e «Daiusu» (Deus) em Wakae-Minamimachi.
Este local é acessível a pé a partir da Estação Wakae-Iwata na Linha Kintetsu Nara, tornando-o relativamente fácil de alcançar. Os visitantes devem esperar terreno irregular e espaço aberto, portanto é aconselhável trazer proteção solar e equipamento à prova de intempéries.
O passado cristão de Wakae sobrevive em dois topónimos: «Kurusu» na atual Wakae-Kitamachi e «Daiusu» (de Deus) em Wakae-Minamachi. Ikeda Norimasa, um dos três comandantes de Wakae, era cristão e mandou construir aqui em 1576 uma igreja com residência sacerdotal; o jesuíta Luís Fróis cita Wakae a par de Okayama e Sanga entre as principais comunidades cristãs do Kawachi.
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