Grängesberg mines, Museu de mineração e sítio do património industrial em Ludvika, Suécia
Este sítio mineiro tem passagens subterrâneas, edifícios industriais históricos e espaços de exposição com equipamentos e ferramentas usados para extrair minério. O complexo se estende por várias áreas que mostram como funcionavam as operações mineradoras e que tecnologia era usada em diferentes épocas.
O minério de ferro foi extraído em Grängesberg desde o século XVI até o fechamento da mina em 1989, o que a tornava a terceira maior mina de ferro da Suécia. Em 1893, uma central em Hällsjön, a 15 km, começou a fornecer corrente alternada às minas, a primeira transmissão comercial de CA de longa distância do mundo. No início dos anos 1970, extraíam-se até quatro milhões de toneladas por ano antes de a produção diminuir.
Os antigos edifícios da mina albergam hoje o arquivo cinematográfico Filmarkivet i Grängesberg, o centro mineiro Mojsen Gruvcentrum e exposições de arte na antiga casa das máquinas. O local faz parte do Ekomuseum Bergslagen, e a roda hidráulica reconstruída de Lomberg recorda as que outrora acionavam as bombas.
A área mineira fica em Grängesberg, 16 km a sul-sudoeste de Ludvika, e integra o Ecomuseum Bergslagen. Vários edifícios antigos albergam hoje o Filmarkivet i Grängesberg, o Mojsen Gruvcentrum e exposições de arte na antiga casa das máquinas, pelo que as paragens interiores podem combinar-se com um passeio pela paisagem mineira. O último comboio de minério partiu para Oxelösund em janeiro de 1990.
O depósito de minério aqui era rico e notavelmente consistente em sua composição, o que o tornava particularmente valioso para a produção em larga escala. Essa qualidade ajudou a mina a permanecer lucrativa e operacional por mais de um século.
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