Egyptian Museum of Milan, Museu egípcio no Castelo Sforza, Milão, Itália.
O Museu Egípcio de Milão ocupa o nível subterrâneo do pátio ducal do Castelo Sforza, em salas de paredes rebocadas claras, teto abobadado e tubos metálicos escuros à vista. As suas sete seções abrangem a escrita, os faraós, as divindades e cultos, a vida cotidiana, o culto funerário, as escavações de Achille Vogliano e múmias, sarcófagos e máscaras funerárias. Uma pequena múmia envolta de Tebas, da época greco-romana, está deitada numa vitrine retangular transparente, com elementos de caixões de madeira entalhada em vitrines mais altas atrás.
As primeiras peças egípcias chegaram a Milão na década de 1820, e a propriedade das coleções passou para a Câmara Municipal de Milão em 1900. As escavações de Achille Vogliano no Egito, na década de 1930, elevaram para 3.000 o número de peças expostas. Após nove anos encerrado, o museu reabriu em 5 de março de 2026.
As sete seções chamam-se escrita, faraó, divindades e cultos, vida cotidiana, culto funerário, escavações Vogliano e múmias, sarcófagos e máscaras. Na entrada recebe o visitante uma estátua-cubo de rosto enigmático. A seção do culto funerário guarda papiros do Livro dos Mortos e a das múmias exibe uma múmia greco-romana de Tebas.
Você entra pelo castelo e deve se permitir tempo para explorar os espaços subterrâneos e observar o que eles contêm. As placas o guiam pelas salas, para que você possa se mover no seu próprio ritmo e aproveitar as exposições.
A múmia na vitrine é uma múmia do período greco-romano proveniente de Tebas, exposta na seção de múmias, sarcófagos e máscaras funerárias. Os papiros do Livro dos Mortos ficam na seção do culto funerário, não junto à múmia. Na entrada, recebe o visitante uma estátua-cubo de rosto enigmático.
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