Gallo-Roman theatre at Arles, Teatro romano em Arles, França.
O teatro galo-romano de Arles tem uma cavea semicircular de 102 metros de diâmetro, com 33 filas de degraus de pedra que sobem em direção à colina do Hauture. Na base, a orchestra é pavimentada com lajes cinzentas e bege contornadas por uma faixa branca curva. Duas colunas coríntias, únicas sobreviventes de uma centena, erguem-se junto a estruturas quebradas do muro de cena.
Iniciado por volta de 40-30 a.C. e concluído por volta de 12 a.C., é um dos primeiros teatros de pedra do mundo romano. O imperador Constâncio II assistiu ali a uma representação grandiosa em 10 de outubro de 353, e o local permaneceu em uso até o início do século V, quando a Igreja reutilizou suas pedras para a basílica de Santo Estêvão.
O local era dedicado a Apolo, não a Dioniso, e a orquestra conserva o vestígio do selo do altar dos cisnes, emblema de Augusto. As duas colunas restantes são chamadas «as duas viúvas». De finais de junho a finais de agosto acolhe as Fêtes d'Arles et du costume, os Rencontres Internationales de la Photographie, o Festival des Suds e o Festival du film péplum.
O sítio ocupa a encosta da colina do Hauture: o terreno entre a orquestra, as duas colunas e o troço conservado da cavea é irregular e em parte escalonado. Barreiras metálicas e uma passarela técnica atravessam as bancadas. Reserve tempo para subir do pavimento inferior aos degraus superiores.
Uma estátua de mármore de Vênus foi desenterrada das ruínas do teatro em 1651 e agora fica no Museu do Louvre. Esta descoberta revela como o trabalho arqueológico continua trazendo à tona obras de arte valiosas escondidas nos restos antigos.
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