Museu do Homem, Museu de antropologia no Trocadéro, França
O Musée de l'Homme ocupa a maior parte da ala Passy do Palácio de Chaillot, no 16º arrondissement de Paris. A fachada de pedra clara tem cinco linhas de letras maiúsculas douradas e três estátuas de bronze verde-escuro na linha do telhado. No interior, uma grande parede vermelha curva mostra um mapa-múndi de pontos brancos, de onde partem linhas finas para placas negras; uma vitrina guarda um busto feminino de pedra clara.
Paul Rivet fundou a instituição em 1937 e reuniu coleções do antigo Musée d'Ethnographie du Trocadéro, que abriu em 1878 após a Exposição Universal. Após uma renovação completa, o museu reabriu em 2015 e desde então apresenta seus acervos em espaços redesenhados.
O nome do museu vem da palavra francesa «homme», e a sua missão, reafirmada em 2015, retoma a frase de Paul Rivet: a humanidade é una e indivisível, no espaço e no tempo. As coleções etnográficas passaram para o Musée du quai Branly, aberto em 2006, e para o MUCEM de Marselha, pelo que as salas tratam da evolução humana e das sociedades. Na parede lê-se «7 000 langues, 7 milliards d'Hommes».
O museu fica na ala oeste do Palácio de Chaillot e abre de quarta a segunda-feira, incluindo feriados. As exposições estão distribuídas em vários pisos, portanto planeje uma visita com tempo para pausas entre os níveis.
A coleção de fósseis paleolíticos está entre as maiores da Europa e inclui réplicas de achados famosos como Lucy, um Australopithecus afarensis da Etiópia. Menos conhecido é que durante a Segunda Guerra Mundial o museu se tornou um centro da Resistência francesa, e vários membros da equipe lutaram ativamente contra a ocupação.
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