Cantonal museum of Zoology, Lausanne, Museu de zoologia em Lausana, Suíça
O Museu Cantonal de Zoologia ocupa a ala sul do Palais de Rumine em Lausana, onde está instalado desde 1909. A sua exposição permanente apresenta de forma sistemática os principais grupos de vertebrados, incluindo um tubarão branco descrito como o maior espécime empalhado visível no mundo, um urso-polar, um alce, uma girafa e um búfalo. Uma sala aberta em 2019 é dedicada aos animais extintos, e uma sala de anatomia comparada mantém a disposição do século XIX, com frascos, esqueletos e espécimes de duas cabeças.
As coleções cantonais foram criadas em 1818, reunindo fundos privados de história natural documentados no cantão de Vaud desde o século XVIII. A zoologia ganhou forma em 1833 com a aquisição da coleção de Daniel-Alexandre Chavannes, cofundador da Sociedade Helvética de Ciências Naturais. Depois da Antiga Academia, as coleções passaram em 1909 para o Palácio de Rumine, concluído em 1906.
O nome do museu refere-se à sua função de coleção zoológica cantonal vaudense, instalada desde 1909 no Palácio de Rumine. A sala de anatomia comparada, pouco alterada desde o século XIX, conserva fileiras de frascos, esqueletos e monstros de duas cabeças usados no ensino universitário. Exposições temporárias associaram as coleções a artistas como Gaston Dufour e François Chapelain-Midy.
O museu fica no centro de Lausana e é facilmente acessível a pé da estação central. Os visitantes devem observar que algumas áreas têm escadas e as coleções são apresentadas com iluminação reduzida.
O museu guarda a maior coleção de criptozoologia do mundo, doada em 2001 por Bernard Heuvelmans, o zoólogo que inspirou o yeti de Tintim no Tibete, de Hergé. Inclui um molde de crânio de yeti, centenas de livros e um vasto fundo iconográfico.
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