Royal Tomb of Akhenaten, Tumba real em Amarna, Egito.
A Tumba Real de Akhenaton é um sítio arqueológico em Amarna, no Egito, projetado como local de descanso de um faraó da 18ª dinastia. Várias câmaras são ligadas por passagens inclinadas e no interior há áreas para sarcófagos de granito junto com pinturas murais com motivos de discos solares.
Edward Ayrton descobriu este local de descanso em 1907 e encontrou objetos que sugerem o sepultamento do faraó Akhenaton durante a 18ª dinastia. O sítio foi criado no período em que o governante transferiu sua capital para Amarna e ali estabeleceu um novo centro religioso.
As paredes do túmulo mostram representações da rainha Nefertiti e do disco solar de Aton, tornando visível a transformação religiosa durante o reinado de Akhenaton. A decoração segue um estilo diferente daquele das outras tumbas reais daquela época e enfatiza a conexão entre governante e culto solar.
O acesso desce por vinte degraus para dentro da montanha e depois através de uma longa passagem até as diferentes câmaras funerárias. As salas encontram-se em diferentes estados de conservação, portanto os visitantes devem estar preparados para superfícies irregulares e condições de luz variáveis.
O fotógrafo Harry Burton instalou partes do sítio como câmara escura em 1923 para revelar ali imagens do túmulo de Tutancâmon. Este uso incomum transformou o túmulo real em um instrumento técnico para documentar outra descoberta importante.
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